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Uso de apps móveis cresce em 2014, enquanto navegação mobile registra queda


Por Redação iMasters


De acordo com novos dados da Flurry, provedora de analytics para apps, o uso de aplicativos nativos em smartphones continua crescendo às custas da navegação mobile.A empresa alega que os usuários agora passam 2 horas e 42 minutos por dia em dispositivos móveis; há um ano, esse tempo era de 2 horas e 38 minutos. Desse total, 2 horas e 19 minutos são reservadas para apps, enquanto a navegação caiu de 20% em 2013 para 14% nos EUA em março.

No estudo, a Flurry analisou quais categorias de apps se mantiveram como as mais populares no último ano, e descobriu que os games ainda dominam o uso mobile, com 32% do tempo gasto em dispositivos com iOS e Android (o mesmo do ano passado), enquanto o Facebook continuou em segundo, com 17%.

O Facebook, combinado com o Twitter (1,5%) e apps de mensagens sociais (9,5%), cresceu para 28% do tempo gasto no mobile – ano passado, o índice foi de 24%.

Enquanto isso, o YouTube foi responsável por 4% do tempo passado no mobile. Apps de entretenimento (incluindo YouTube) e utilitários viram sua participação continuar a mesma, 8%, enquanto apps de produtividade dobraram seu share – de 2% para 4%.

De acordo com a Flurry, Google e Facebook, juntos, são responsáveis por menos de 25% do tempo gasto pelos usuários no mobile nos EUA, enquanto as 10 principais franquias, segundo a comScore, foram responsáveis por menos de 40%.

“Apesar dos esforços massivos de Google e Facebook, o mercado não consolidou e, nos últimos anos, vimos novas franquias surgirem em praticamente todos os setores mobile”, disse Simon Khalaf, CEO da Flurry. Essas franquias incluem Pinterest, Snapchat, WhatsApp (adquirido pelo Facebook), Waze (adquirido pelo Google), Spotify e outros.

Em relação a apps que perderam share de 2013 para 2014, o exemplo mais notável é o Safari, que caiu de 12% para 5%. Navegadores não sendo da Apple ou do Google caíram de 4% para 2%.

A Flurry também revelou dados sobre anúncios no ambiente mobile, citando dados da eMarketer, e afirmou que o Facebook ganhou 17,5% das receitas no setor, enquanto o Google (incluindo YouTube), ganhou 49,3%.

Com informações de TechCrunch


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